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dez 20
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icon1 Guilherme Gurgel | icon2 Sem categoria | icon4 12 20th, 2008| icon3Sem Comentários »

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ago 20

Clique na imagem para ampliá-la.

A Eletronic Arts, desenvolvedora (juntamente com a Maxis) e distribuidora do jogo The Sims, anunciou nesta quarta-feira, dia 20/08, que o terceiro jogo da série será lançado daqui a exatos 6 meses: dia 20 de fevereiro de 2009.

A principal novidade da nova versão desse simulador é a liberdade de percorrer toda a vizinhança sem ter que esperar por telas de “Carregando…”. Isso significa, por exemplo, que o jogador pode sair de casa com seu personagem virtual (a pé ou utilizando algum meio de transporte) e andar pelas ruas, visitar outras casas, fazer compras e relacionar-se com outros personagens sem ter que esperar o jogo carregar novamente. Em outras palavras, o ambiente virtual foi ampliado para muito além da própria casa dos sims ou dos locais que eles frequentavam nos jogos anteriores.

Além dessa inspiração em GTA, The Sims 3 terá uma aprimorada customização da aparência e da personalidade dos personagens virtuais, esta última tendo cerca de 700 milhões de combinações diferentes. Ou seja, cada sim criado é praticamente único!

Por enquanto está confirmada apenas a versão para PC. Não se sabe ainda se o jogo será lançado para outras plataformas.

Veja abaixo algumas imagens do jogo:

Você pode ver várias outras imagens do jogo no site Baixaki Jogos.

Fontes: G1 e Gamers World (em inglês).

ago 16
Os Justiceiros - Richard Bachman
icon1 Guilherme Gurgel | icon2 Livros | icon4 08 16th, 2008| icon3Sem Comentários »

Desde 2001, então com 12 anos de idade, quando comecei a gostar de ler, devo ter lido cerca de 50 livros. O número seria maior se eu gostasse de pegar alguns emprestados em biblioteca, mas tenho a mania de querer sempre comprar os livros que me interessam.

Bom, isso não vem ao caso no momento. O que eu quero dizer citando essa quantidade de livros é que, apesar de não ser um número muito grande, ela me dá uma base para poder afirmar o seguinte: nenhum livro que li até hoje tem um ritmo tão intenso quanto Os Justiceiros, de Richard Bachman.

É um livro rápido, mas não porque tem menos de 300 páginas. Considero-o assim devido às passagens mais calmas, sem muita ação, que, através do contraste, dão uma sensação de velocidade ainda maior aos trechos em que vários fatos ocorrem rapidamente.

Por exemplo: em um capítulo inteiro é narrado um tiroteio, várias mortes, gritaria, pavor… E, no auge da ação, o capítulo termina com algumas páginas do diário de uma das personagens ou trechos de um jornal. Isso é terrível (no bom sentido) para o leitor, que fica morrendo e curiosidade de saber como a história continua, mas também não consegue tirar os olhos do diário, que explica com mais detalhes o que está ocorrendo naquela rua…

Acho que me empolguei demais e acabei esquecendo de mencionar mais ou menos qual o enredo do livro. Segue abaixo a sinopse encontrada nas costas do mesmo:

Uma das janelas laterais do furgão começa a baixar. Surge o cano de uma escopeta. Tem uma cor esquisita, não exatamente prata nem cinza. Os canos iguais parecem o símbolo do infinito pintado de negro.

É uma tarde de verão em Wentworth, Ohio, e na rua dos Álamos tudo parece normal. O menino entrega os jornais como todos os dias; crianças brincam de jogar disco; alguém rega os canteiros na entrada da garagem.

Só há um pequeno detalhe que destoa dessa tranquila tarde de verão: o furgão vermelho no alto da lareira. Logo, ele vai começar a descer e a morte tomará conta da rua dos Álamos. Ao anoitecer, os sobreviventes vão descobrir que estão vivendo num outro mundo. Um mundo onde tudo á possível… e onde os justiceiros estão a caminho.

O início do livro é um tanto confuso, pois a maior parte dos mais de 30 personagens que aparecem na história são apresentados logo nos dois primeiros capítulos. Se não fosse o pequeno mapa da rua dos Álamos, desenhado à mão, presente nas primeiras páginas do livro, provavelmente o leitor se perderia em meio a tantas informações.

Além da já citada intensidade, o que mais me agradou em Os Justiceiros foi o confronto constante entre a realidade, a loucura e o sobrenatural que aumenta a cada capítulo e influencia a forma de agir de cada personagem. Com o decorrer da história, percebe-se quem tem maior auto-controle, quem realmente se preocupa com os outros, quem é egoísta ou racista.

Enfim, apesar de um plano de fundo bastante fanatasioso, o livro demonstra também até que ponto as pessoas são sinceras e honestas e de que forma reagem em situações extremas.

Moral da história: todo mundo tem um pouco de mocinho e bandido dentro de si, o Seth Garin que o diga… (só lendo o livro pra entender esta frase e o trocadilho besta que fiz aqui, hehehe).

Curiosidades:

  • os principais assassinos do livro dirigem furgões estilo Power Rangers, cada um de uma cor (vermelho, azul, rosa, preto…). Alguns deles se vestem como cowboys e, por incrível que pareça, tudo isso faz sentido;
  • Richard Bachman é nada menos que o pseudônimo do autor Stephen King, considerado por muitos o mestre do terror literário (tanto que uma infinidade de filmes já foram feitos inspirados em suas obras, como O Iluminado, À Espera de um Milagre, 1408 e vários outros). King fez também um “livro gêmeo” de Os Justiceiros intitulado Desespero, o qual, segundo pesquisei, possui os mesmos personagens que fazem parte do livro de Bachman, mas alguns com importância e personalidades bastante diferentes. As capas de ambos os livros comprovam essa ligação:
Capa antiga (versão brasileira)

Capa antiga (1997, versão brasileira)

Capa nova

Capa nova (2005, versão brasileira)

(essas duas imagens acima foram encontradas no site STEPHEN KING.com.br).

Dados do livro (versão mais recente):

Capa

Capa

Título: Os Justiceiros
Título original: The Regulators
Autor: Richard Bachman
Tradução: Marcos Santarrita
Editora: Objetiva
ISBN: 8573027223
Ano: 2005
Edição: 1
Número de páginas: 240
Acabamento: Brochura

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